Logo

Vacinas Pneumocócica 23

Recomendada para

Vacinas em destaqueCriançasAdolescentes e adultosIdosos

O que previne:

Infecções causadas pela bactéria pneumococo, que podem ser causa de pneumonia grave, meningite e sepse, entre outras doenças.

Do que é feita:

Vacina inativada, sem risco de causar a doença. É composta de partículas purificadas (polissacarídeos) das cápsulas de 23 tipos de Streptococos pneumoniae (pneumococo), cloreto de sódio, água para injeção e fenol.

Indicação:

Crianças acima de 2 anos, adolescentes e adultos que tenham algum problema de saúde que aumenta o risco para doença pneumocócica (diabetes, doenças cardíacas e respiratórias graves; pessoas sem o baço ou com o funcionamento comprometido desse órgão; com problemas de imunidade, entre outras condições).

Para pessoas a partir de 60 anos deve ser aplicada de forma rotineira. Não é recomendada como rotina para crianças, adolescentes e adultos saudáveis.

Contraindicação:

Crianças, adolescentes e adultos que apresentaram anafilaxia causada por algum componente ou dose anterior da vacina.

Esquema vacinal:

Para maiores de 2 anos, seguindo orientação médica.

Maiores de 60 anos de idade como rotina, uma dose a cada 5 anos; o ideal é iniciar a vacinação da pneumocócica com uma vacina conjugada (Pneumocócica 13 ou 15).

Via de aplicação:

Intramuscular.

Cuidados antes, durante e após a vacinação:

Não são necessários cuidados especiais antes da vacinação. Em caso de febre, deve-se adiar a vacinação até que ocorra a melhora.

Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação.

Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou.

Sintomas de eventos adversos graves ou persistentes, que se prolongam por mais de 24 a 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigados para verificação de outras causas.

Efeitos e eventos adversos:

As reações adversas mais frequentes, que ocorrem com mais de 10% dos vacinados, são: dor no local da aplicação (60,0%), inchaço ou endurecimento (20,3%); vermelhidão (em 16,4%); dor de cabeça (17,6%); cansaço (13,2%) e dor muscular (11,9%). Reações locais mais intensas, com inchaço de todo o braço, chegando até o cotovelo, além de hematomas e manchas vermelhas podem ocorrer em menos de 10% dos vacinados.

Todas as reações adversas são mais frequentes após a revacinação com períodos de tempo curtos. Acredita-se que estejam relacionadas com a presença de grande quantidade de anticorpos no organismo.